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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Projeto Glória: plataforma de inteligência artificial será usada para o combate à violência contra a mulher no Brasil

Ao interagir com um robô batizado de Glória, a informação que se trocou sobre o assunto será acrescentada ao repertório do software, melhorando o conteúdo que chega aos usuários que o consultam.
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados e a comissão externa que acompanha casos de violência doméstica lançaram na última terça-feira (23/4), o Projeto Glória, uma plataforma de inteligência artificial voltada para o combate à violência contra a mulher.

Cada vez que uma pessoa interagir com a personagem da plataforma, um robô batizado de Glória, a informação que se trocou sobre o assunto será acrescentada ao repertório do software, melhorando o conteúdo que chega aos usuários que o consultam.

Além do processo de machine learning, ou seja, da assimilação e aprimoramento constantes de informações, outra finalidade do programa é gerar relatórios que permitam o mapeamento das ocorrências, separando os dados a partir de faixa etária, local e dados socioeconômicos das vítimas.

A idealizadora do projeto, a professora universitária Cristina Castro Lucas de Souza, explicou que se trata de um trabalho de potência por ser colaborativo e por ter a capacidade de evitar que a violência se consume, uma vez que a proposta é fornecer esclarecimento tanto a vítimas como a mulheres que ainda não conseguem discernir o que é agressão.

Ciclo de violência:
Muitas mulheres se sentem confusas quanto a estar ou não em um ciclo de violência porque o agressor é seu atual companheiro. No Distrito Federal, seis em cada dez vítimas de feminicídios ocorridos entre março 2015 e março de 2019 estavam casadas ou tinham relação estável com os homens que as agrediam. Com a plataforma, haverá a possibilidade de que se pergunte, sem medo, se a situação é abusiva.

"Funciona dos dois lados, tanto para a vítima quanto para a questão informacional, a iniciativa privada, o governo, um manual de boas práticas dentro de uma empresa, como instrução para os homens que fazem certas brincadeiras, dizem frases e não sabem que [o machismo] é uma questão cultural", disse Cristina.

Para a professora, a inferiorização da mulher é um valor que tem sido disseminado em todos os grupos populacionais do país, motivo pelo qual se pensou em construir uma robô que represente as mulheres em sua diversidade. "Pensamos que é mais do que um bot [diminutivo de robot, que significa robô, em inglês], que é um somatório de todas nós. Ao olhar para Glória, enxergo ela em muitos contextos: a mulher da periferia, a mulher rica. E essa vai ser a beleza dela: dar voz a qualquer mulher que precisar."

Grande alcance:
O projeto, conta Cristina, surgiu de uma inquietação antiga sua e se alinhavou de maneira mais clara após uma viagem à China. Lá, ela topou com uma robô e teve o estalo de que precisava para imaginar qual ferramenta teria um grande alcance. "Em 2015, fui convidada para participar de um programa criado no governo Obama. Lá, passamos por um treinamento sobre empoderamento feminino. Quando voltei para o Brasil, em 2017, me incomodava muito o fato de trabalhar com vários projetos sociais de gênero e não conseguir trabalhar com 100, 500 mulheres. Eu nunca achava que o número era suficiente para todas as problemáticas, para as dores que temos. Quantas não têm acesso, não estão atuando com isso?", disse, comentando que a ideia é levar o projeto para o exterior.

Ao todo, cinco instituições - a Ink Inspira, de Gestão e Avaliação de Projetos Sociais; a Seedin, start up de desenvolvimento de projetos de inteligência artificial; a Qubo, empresa especialista em análise de dados; BlockForce, de modelagem e implementação de blockchain; e a Free Free, plataforma de apoio a mulheres vítimas de violência - estão contribuindo, inicialmente, com o projeto. A previsão é de que mais de 20 milhões de pessoas sejam beneficiadas, expectativa que, segundo Cristina, foi considerada, por algumas pessoas, alta demais. 

"Algumas vezes, escutei: 'Você é doida, é um número muito grande'. E respondo: 'A gente está falando de 20 milhões, é apenas 10% da população do país. Portanto, se der certo, são só 10%. Então, tem que ser um projeto muito ambicioso, para dar chance a qualquer mulher de ter vida e direito a cuidados, a viver num mundo mais justo. Mulheres e meninas estão sendo mortas", disse Cristina.

O projeto tem um perfil na rede social Instagram () e, a partir de amanhã (24), terá um site próprio no endereço www.eusouagloria.com.br, em que qualquer usuário poderá acessar e interagir com o robô Glória de forma anônima, caso prefira.

Fonte: Agência Brasil

PEDREIRO ACUSADO DE MATAR E ENTERRAR MENINA DE 12 ANOS EM NATAL VAI A JÚRI POPULAR, DECIDE JUÍZA

Marcondes Gomes da Silva foi ouvido durante a audiência — Foto: Klênyo Galvão/Inter TV Cabugi
O pedreiro Marcondes Gomes da Silva, de 45 anos, acusado de matar a estudante Iasmin Lorena Pereira de Melo, de 12 anos – crime ocorrido em março do ano passado na comunidade da África, no bairro da Redinha, Zona Norte de Natal – vai a júri popular. A data do julgamento, no entanto, ainda será marcada. Até lá, o réu continua preso.

A decisão foi tomada pela juíza Ingrid Raniele Farias Sandes, da 2º Vara Criminal de Natal, em audiência de instrução e julgamento realizada na manhã desta quarta-feira (24) no Fórum Miguel Seabra Fagundes, na Zona Sul da cidade. Além do réu, 6 testemunhas foram ouvidas pela magistrada (dentre elas Ingrid Araújo, mãe de Iasmin). Um filho do acusado não compareceu.
Ingrid Araújo, mãe de Iasmin, também participou da audiência — Foto: Klênyo Galvão/Inter TV Cabugi
Acusação:
Marcondes vai responder pelos crimes de homicídio doloso triplamente qualificado (motivo fútil, impossibilidade de defesa da vítima e emprego de meio cruel), estupro de vulnerável e ocultação de cadáver. “Nossa expectativa é que ele seja condenado e tenha uma pena fixada acima de 20 anos”, disse o advogado Emanuel Grilo, assistente de acusação.

Negação:
Durante a audiência, Marcondes se recusou a comentar as acusações. Disse que só vai falar durante o julgamento, mas negou os crimes apesar de ter confessado a morte da menina logo após ser preso.
Iasmin Lorena tinha 12 anos
Foto: Arquivo da Família/cedida
Confissão:
Vista pela última vez com vida no dia 25 de março de 2018, o corpo de Iasmin foi encontrado um mês depois. A menina foi estrangulada com um cabo de aço de bicicleta e enterrada no terreno de uma casa em construção.
Marcondes Gomes da Silva, no dia em que foi preso no litoral potiguar — Foto: PM/Divulgação
Marcondes, que era amigo da família da menina, foi preso no dia 26 de abril, dois dias após o corpo ser encontrado por cães farejadores da Polícia Militar. O pedreiro foi localizado em uma praia no município de Touros, no Litoral Norte do estado.

Ao ser detido, Marcondes admitiu ter matado Iasmin. Ele contou que agiu sozinho, e disse que matou a menina após ela se negar a ter relações sexuais com ele. O pedreiro ainda passou um tempo na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, mas em setembro do ano passado foi transferido para a Penitenciária Estadual de Parnamirim.

O desaparecimento:
Iasmin foi vista com vida pela última vez por volta das 13h do dia 28 de março do ano passado. De acordo com a família, a menina saiu de casa, na Rua José Acácio de Macedo, na comunidade da África, na Redinha, para entregar um dinheiro a uma vizinha a pedido da mãe. Porém, ela não chegou ao destino. A mulher que receberia o dinheiro mora em uma rua próxima, e disse que a menina não apareceu por lá. A família então procurou a polícia e registrou o desaparecimento da garota. Foi quando começaram as buscas por Iasmim.

Corpo encontrado:
No dia 24 de abril, quase um mês depois do desaparecimento, cães farejadores do canil do Batalhão de Choque da Polícia Militar ajudaram a encontrar o corpo da menina. O cadáver estava enterrado dentro uma casa inacabada na rua José Acácio de Macedo, a mesma onde Iasmin morava com sua família.

Identificação:
O corpo de Iasmin só foi oficialmente identificado 56 dias depois de ser encontrado. Foi preciso um exame de DNA, pois o cadáver estava em avançado estado de decomposição.
Corpo de Iasmin foi sepultado 56 dias após ser encontrado — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi
Somente então pôde ser liberado para a família e sepultado.

Fonte: Blog A Fonte

TECNOLOGIA: ‘Botão do sexo’ avisa parceiro quando você deseja transar

Dispositivo se propõe a aproximar casais que não se sentem à vontade para tocar no assunto.
O casal norte-americano Ryan e Jenn Cmich desenvolveu o dispositivo chamado LoveSync - Foto: reprodução/youtube
A facilidade possibilitada pela tecnologia, principalmente quando se fala em relacionamentos e sexo, surpreende a cada dia. A novidade é o dispositivo LoveSync (“amor sincronizado”, em tradução livre do inglês), que avisa o parceiro quando você quer ter relações sexuais.

Segundo o casal norte-americano Jenn e Ryan Cmich, criadores do aparelho, o objetivo não é substituir o diálogo, mas facilitar o convite na hora H, evitando, inclusive, constrangimentos e rejeições.

“Com LoveSync não há rejeição, culpa e oportunidades perdidas. Aproveite e faça sua jogada com confiança”, escreveram os idealizadores no site do produto.

Sem burocracia:
O dispositivo tem dois botões – sendo um deles exclusivo a uma das pessoas. Quem está disposto a fazer sexo pressiona um botão, e a ideia é esperar que a outra pessoa faça o mesmo dentro de determinado prazo.

A quantidade de vezes que o usuário aperta seu botão indica o tempo que ele está disponível. Se alguém apertar uma vez, estabelece 15 minutos para a resposta. Dois toques, até duas horas para saber se a relação sexual vai acontecer ou não. O período é de até 24 horas.

Já para cancelar, é preciso manter o botão pressionado por alguns segundos. Caso o segundo botão não seja pressionado em momento nenhum, nada acontece.

Eu sei que outros casais são muito mais abertos sobre esse tipo de coisa. Não éramos assim, somos mais conservadores. Então, o LoveSync tornou-se algo para compreender o estado emocional da outra pessoa”, afirmou Ryan Cmich em entrevista ao jornal “The New York Post”.

A ideia surgiu a partir de uma pesquisa com mais de 130 casais de países diferentes. Mais da metade dos entrevistados admitiu que um sistema como esse seria útil. Até fevereiro, o produto estava aberto para o financiamento coletivo, que foi alcançado com sucesso.

O LoveSync já está disponível para venda na internet, mas os envios começam em agosto. O preço sugerido é de US$ 50 (o equivalente a cerca de R$ 195). O frete para o Brasil será gratuito. Segundo Jenn e Ryan, em breve, deve ser lançada uma versão em forma de aplicativo para celular.

Vidas mudadas:
Em entrevista ao jornal “The New York Post”, Ryan Cmich contou que a adesão ao produto durante a campanha de financiamento foi muito positiva, mas destacou que algumas pessoas encararam a invenção como algo polêmico.

“Elas odeiam porque não falam tanto do assunto quanto deveriam. Minha esposa trabalha como terapeuta familiar, então sabíamos que não éramos os únicos com problemas de comunicação. Agora, pelo menos as pessoas estão falando sobre isso – até mesmo os mais críticos”, afirmou.

Cmich revelou que o casal relacionava a falta de sexo a não estar no clima e ao desinteresse. “Então, começamos a associar mais desses sentimentos negativos, e eles começaram a moldar nossa visão geral do tema”, disse.

Tudo mudou depois que ele e a esposa – com quem está há 15 anos e tem dois filhos – passaram a usar o LoveSync. “Para nós, na verdade, tem o efeito oposto que as pessoas acham que terá. Realmente falamos mais sobre sexo”, relatou.

Fonte: www.otempo.com.br

AÇÃO VOLTADA PARA A CAMPANHA "ABRIL VERDE" É DESENVOLVIDA PELA EQUIPE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO MUNICÍPIO

A Secretaria Municipal de Saúde do município de Tangará deu início as atividades da campanha ABRIL VERDE, mês voltado para saúde do trabalhador. 
Os profissionais de saúde do município, em especial a equipe da Secretaria Municipal de Saúde do nosso município estar desenvolvendo ações de promoção e prevenção a saúde do Trabalhador e mais uma ação neste sentido foi realizada nesta terça feira dia 10 de abril, onde a Equipe do NASF Núcleo de Apoio à Saúde da Família, esteve na unidade de saúde III, desenvolvendo atividades de relaxamento corporal através do método bioenergético liberando os pontos de tensão e trabalhando as emoções e auriculoterapia.  

A auriculoterapia:
"constitui uma parte importante da Medicina Tradicional Chinesa, sendo atualmente um ramo na especialidade da Acupuntura, e foi oficializada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma terapia de microssistema. É um método que conseguiu impor-se pelos resultados obtidos e por ser pouco invasivo, o que faz com que seja bem aceito pelos pacientes".

A Secretaria Municipal de Saúde de Tangará cuida de quem cuida de você, temos o compromisso de trabalhar a saúde do trabalhador para melhor assistir a nossa comunidade. 
Confira as fotos








































Homem é morto a tiros no bairro Paraíso em Santa Cruz

Mais um homicídio foi registrado em Santa Cruz, nesta terça-feira  23 de abril de 2019.
Desta vez a vítima foi identificada inicialmente como Luciano. Segundo informações da Polícia Militar, a vítima estava próxima a seu estabelecimento comercial, que fica localizado próximo ao IFRN, no bairro Paraíso, quando homens se aproximaram e atiraram algumas vezes.

Luciano, que era pintor de veículos, morreu na hora. A Polícia Militar fez diligências na busca de prender acusados, mas não se tem pistas de quem possa ter comido o crime e nem sua motivação.

O caso será investigado pela Polícia Civil de Santa Cruz.

Fonte: Blog do Édipo Natan