O Alecrim Futebol Clube completa hoje 100 anos de existência. A Tribuna do Norte publica, em sua edição de amanhã, um caderno especial com a história de tradição, conquistas e resistência do Alecrim. Hoje, dirigentes e torcedores se reúnem na sede do clube, na avenida 7 para um café da manhã de confraternização.
Alex Regis
O Alecrim comemora os 100 anos com um café da manhã na sede
O Alecrim comemora os 100 anos com um café da manhã na sede
São seis títulos estaduais, um presidente da República (Café Filho) como goleiro e craques como Didi Duarte, Odilon, Burunga, Edmo Sinedino, De Leon e muitos outros se orgulha de se reinventar a cada ano e, apesar das dificuldades, seguir em frente.
O Alviverde já foi possuidor de um dos maiores patrimônios entre os clubes. Uma área de 40 hectares às margens da BR 304, em Macaíba, onde se erguia uma sede campestre perdeu tudo em más administrações logo após o bicampeonato 85/86.
No ano de 2009, quando o clube conseguiu o acesso para a Série C uma nova “fórmula mágica” parecia que ergueria mais uma vez a “fênix alecrinense”. A idéia era formar parceria com um grupo de empresários. Dentro de campo o time correspondeu. No entanto, a parceria se desfez e restou apenas boas lembranças.
Veio então a administração “profissional” do inglês Anthony Armstrong. Era o ano de 2012. A proposta era tornar gerir o clube através de seu patrocinador. O time ganhou um lugar para treinar e alugou o “Ninho do Periquito”. Mas, os títulos não vieram e o inglês abandonou o clube. O Alviverde recorreu aos velhos “amigos” de sempre para montar uma nova estrutura e seguir em frente até o centenário, onde as esperanças se renovam.
Tribuna do Norte

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