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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

VOLTA DO REGIME MILITAR NO BRASIL É DEFENDIDA POR EMPRESÁRIO POTIGUAR


Por: Rodrigo Ferreira – Diante do cenário de crise enfrentado pelo Brasil em diversas vertentes nos últimos anos, estão surgindo vários grupos favoráveis a volta do regime militar ao comando do país, a exemplo do que já ocorreu durante vinte anos quando os militares derrubaram o governo de João Goulart, então presidente da República, destituído em 1º de abril de 1964.

No Rio Grande do Norte, o empresário do ramo agropecuário Gustavo Andrade Rocha é um dos que defendem o retorno de um regime de exceção no país. Em contato com o Portal Agora RN, Rocha disse que “a crise institucional sem precedentes” que assola o Brasil neste momento justificaria de maneira coerente uma nova intervenção militar, que viria, na visão dele, para fazer todas as reformas necessárias para a melhoria do cenário brasileiro.

“Há tempos que o congresso nacional e a constituição de 1988 não conseguem atender os anseios da população. Desde a gloriosa revolução democrática de 1964 que a antiga esquerda se apropriou dos destinos do país e o que vemos é a escalada da violência e da corrupção”, contou o empresário em artigo publicado nas redes sociais e reforçado por ele em contato com a reportagem.
Gustavo Rocha defende a volta do militarismo ao governo brasileiro. (Foto: Reprodução / Internet)

Para Gustavo, as histórias negativas atribuídas ao primeiro e até então único regime militar brasileiro foram frutos de uma forte oposição realizada pela esquerda da época. “O regime sofreu uma perseguição midiática por parte dos golpistas de esquerda, os que se apoderaram de Cuba (pior regime autoritário do mundo), Venezuela (em colapso), entre outras republiquetas, de modo que o Brasileiro da nova geração cresceu com medo de possíveis atentados a liberdade”, criticou.

Questionado sobre os relatos de tortura e perseguição existentes no regime militar e registrados em vários livros de história do país, Rocha explicou. “Na realidade, o regime militar deu fim a pouco mais de 400 terroristas que propunham uma ideia comunista no nosso país. Naquela época vagabundo ia preso e as famílias tinham padrão de vida com segurança e valores morais protegidos”, justificou, para então completar criticando a atual forma de governo brasileiro.

“Estamos com um congresso totalmente corrompido pelas empreiteiras, um executivo sem condições de reformar e desinchar o estado, um judiciário que se locupleta do próprio poder se autorizando aumentos e benefícios em detrimento da grande massa da população”, concluiu.

Com informações do Portal Agora RN