“O mistério da alvorada, esse momento cósmico, místico e mágico que
marca o tempo, e se encerra fora do tempo; simbolizando a vitória da
luz. Um momento eterno, como um fragmento de eternidade fixado pela
câmera e pela memória”. É a partir dessa percepção, descrita no
prospecto da exposição “Fantasia Cromática 2”, que o artista visual
Frederico Marcos conduz sua produção artística. Misto de fotografia
abstrata, vídeo e música, os trabalhos de Frederico ocupam uma das
galerias da Pinacoteca do Estado até o próximo dia 26 de outubro.
Reprodução
A alvorada e suas luzes são foco do trabalho de Frederico Marcos
A alvorada e suas luzes são foco do trabalho de Frederico Marcos
Ao
todo são 24 obras, todas à venda, com dimensões que variam entre
1mx70cm e 1,5mx1m. “São fotografias em alta resolução retiradas dos
vídeos experimentais que produzo com variações de luz e filtros em
estúdio. Essa técnica é conhecida como música visual”, disse o artista,
que pesquisa essa linguagem há mais de duas décadas. “Considero as
‘telas’ o instantâneo de pinturas em movimento, feita não com tinta e
pincéis, mas com luz, como a alvorada que pinta o céu com cores de fogo.
Obras que existem por si, sem a necessidade de contar uma história. Não
depende de atores nem de literatura”, informa o artista.
A exposição também agrega as projeções de onde saíram as ‘telas’ fotográficas, a maioria dominada por cores quentes como o vermelho e o amarelo – também há espaço para o lilás. “São trabalhos recentes, um desdobramento do projeto Alvorada de Fogo, que apresentei em 2010 na primeira versão de Fantasia Cromática, também na Pinacoteca”. A trilha sonora de seus experimentos audiovisuais são músicas clássicas, para “evitar problemas de direitos autorais”.
Os vídeos experimentais de Frederico Marcos, que trabalhou nesta TRIBUNA DO NORTE como fotógrafo no final dos anos 1960, já foram exibidos no Festival Internacional de Curtas de São Paulo (2003) e de mostra de curtas no Cine Odeon do Rio de Janeiro, cidade onde mora atualmente.
A exposição também agrega as projeções de onde saíram as ‘telas’ fotográficas, a maioria dominada por cores quentes como o vermelho e o amarelo – também há espaço para o lilás. “São trabalhos recentes, um desdobramento do projeto Alvorada de Fogo, que apresentei em 2010 na primeira versão de Fantasia Cromática, também na Pinacoteca”. A trilha sonora de seus experimentos audiovisuais são músicas clássicas, para “evitar problemas de direitos autorais”.
Os vídeos experimentais de Frederico Marcos, que trabalhou nesta TRIBUNA DO NORTE como fotógrafo no final dos anos 1960, já foram exibidos no Festival Internacional de Curtas de São Paulo (2003) e de mostra de curtas no Cine Odeon do Rio de Janeiro, cidade onde mora atualmente.
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